terça-feira, 17 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
Possíveis Irregularidades do Futuro Prédio da Câmara Municipal
Se você quer saber oque está sendo feito com o "SEU" dinheiro que é público, aplicado nas obras de Ilhabela, vai ter que entrar na justiça como eu já fiz com a obra do Teatro e agora vou ter que fazer nesta obra do prédio da Câmara Municipal.
Imagine você, se pode existir irregularidades na obra da Câmara, lugar que existe para se fazer as leis e mais do que isto, que elas sejam cumpridas. Se é verdade que está sendo construída de forma irregular, é um absurdo e um desrespeito com a população.
Como recebi a denúncia de que isto estava acontecendo, e não posso prevaricar, resolvi fazer os requerimentos que você poderá tomar conhecimento a seguir:
Os vereadores que apoiam o Senhor Prefeito, resolveram então, para não prejudicar o sumo mandatário, fazer uma manobra, para se quer discutir o assunto e resolveram REJEITÁ-LOS.
Aí, não me cabia outra atitude a não ser usar a tribuna e dizer o que segue:
Sampaio
quinta-feira, 5 de março de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Vereadores aprovam retirada de projetos após pareceres contrários da Procuradoria Jurídica
Notícias da Câmara
13/02/2015
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Os três projetos que constavam na pauta da sessão Extraordinária da Câmara de Ilhabela nesta sexta-feira (13/2), foram retirados a pedido do vereador líder da bancada governista, Luiz Paladino, Luizinho da Ilha (PCdoB), para melhor reformulação e adequações à legislação vigente. A Procuradoria Jurídica da Câmara analisou as matérias a pedido do vereador Sampaio Junior (PROS) e exarou pareceres que apontam inconstitucionalidade nos projetos, entre outras falhas.
O PL 4/2015 tinha o objetivo de acrescentar um parágrafo único ao artigo 130 da Lei 156/2002, que versa sobre o Código Tributário da cidade. A mudança autorizaria o pagamento parcelado do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Entre os apontamentos do parecer jurídico da Casa Leis está a inconstitucionalidade formal da matéria, por não ter sido apresentada como Projeto de Lei Complementar, ferindo artigos da Lei Orgânica Municipal e da Constituição Federal.
Já o PL 6/2015 instituía o “Programa de Recuperação Fiscal Municipal – Refim, com compensação e anistia de juros e multa”, possibilitando aos contribuintes o parcelamento de dívidas com a Fazenda Municipal referentes ao exercício de 2014. A proposta contemplava ainda a possibilidade do servidor público recorrer à compensação de débitos tributários inscritos em nome do sogro ou sogra, utilizando créditos da licença prêmio já deferida e que não tenha sido concedido o afastamento ou remuneração. Entre outras falhas, o parecer jurídico da Câmara apontou inconstitucionalidade material, tendo em vista que o Executivo não apresentou plano orçamentário para as renúncias fiscais trazidas e ilegalidade na compensação tributária proposta em relação à possibilidade oferecida aos servidores.
O PL 8/2015, também alteraria dispositivos no Código Tributário municipal, estendendo a desoneração da carga tributária para 2% aos prestadores de serviços de medicina, assistência veterinária e congêneres e ainda aos serviços de guarda e estacionamento de veículos terrestres, de aeronaves e de embarcações. Ente os apontamentos da análise jurídica da Câmara, está a inconstitucionalidade formal, por não ter sido apresentado em forma de Lei Complementar e inconstitucionalidade material, por não apresentar plano orçamentário para as renúncias fiscais trazidas.
Informações:
(12) 8696.9600, imprensa@camarailhabela.sp.gov.br, www.facebook.com/camaramunicipaldeilhabela.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Vereadores barram projeto de ar condicionado e internet nos coletivos
12/02/2015 - ILHABELA
Vereador Sampaio considera a medida positiva, mas ressalta que a ação cabe ao Poder Executivo
Daniela Malara Rossi
O requerimento do vereador Adilton Ribeiro (PSD), que prevê a instalação de ar condicionado e internet sem fio nos ônibus da cidade foi barrado pela Câmara Municipal, durante sessão ordinária realizada última terça-feira. Após a discussão da pauta, os vereadores entenderam que a solicitação do serviço cabe ao Poder Executivo. A mudança de endereçamento do documento deve ocorrer na próxima sessão ordinária da Casa de Leis.
“A medida é interessante para a população, porém, o pedido de melhorias deve ser encaminhado pela Prefeitura. O processo correto deve evitar que a Casa interfira nas ações do Executivo, além de assegurar que não haja mais aumento na passagem com a implantação do serviço”, explicou o vereador Sampaio Junior (PROS).
O vereador sugeriu a mudança, que foi acatada pelos pares, e acrescentou que a Fênix, empresa responsável pelo transporte, ainda não cumpriu diversos requisitos estabelecidos no processo licitatório. “Tenho utilizado bastante as linhas de ônibus da cidade e, aproveitando o clima de carnaval, posso dizer que a população ‘samba’ na mão da Fênix. Meu medo é que esta mudança se traduza em novo aumento, já que a empresa referida não costuma cumprir o que é previsto em contrato. Faltam linhas e nem sequer os ônibus foram adesivados, ainda”, acrescentou Sampaio.
A sessão contou, também, com a leitura de ofícios, requerimentos e indicações. Além da entrega de Moção de Louvor destinada à equipe do Conselho Municipal de Saúde da cidade.
Extraordinária
O presidente da Casa convocou os pares para a votação de três projetos do Executivo, em sessão extraordinária, a ser realizada amanhã, às 10h. Serão analisadas as propostas de parcelamento do ITBI, instituição do Programa de Recuperação Fiscal Municipal (Refim) e a alteração dos dispositivos de Lei que tratam do Código Tributário municipal.
Fonte: Jornal Imprensa Livre - www.imprensalivre.com.br
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"A intenção de nosso presidente vereador Adilton foi louvável, mas, conhecendo a política em Ilhabela, sou capaz de afirmar que se este pedido fosse aprovado com a instalação de ar condicionado e wifi nos coletivos da Fênix, isto certamente oneraria as passagens. A defesa para que este aumento se concretizasse, seria de que foi um pedido dos vereadores que representam o povo. A CÂMARA NÃO PODIA DORMIR COM UM BARULHO DESTES".
VEREADOR SAMPAIO
Projeto que autoriza verticalização de prédios públicos é retirado
Em que pese as matérias de jornal trazerem que sou vereador de oposição, mais uma vez quero deixar claro que sou vereador de FISCALIZAÇÃO, principal função do cargo que ocupo.
Vereador SAMPAIO
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12/02/2015 - ILHABELA
Projeto que autoriza verticalização de prédios públicos é retirado
Após embates entre Prefeitura e oposição, Colucci suspendeu o pedido de alteração na Lei Orgânica Municipal, que legalizaria o aumento na altura de imóveis
Daniela Malara Rossi
Após embates públicos entre Prefeitura e oposição, o prefeito de Ilhabela, Antônio Colucci, pediu a retirada do Projeto de Lei que alteraria a Lei Orgânica Municipal com intuito de autorizar a verticalização de prédios públicos. A oficialização do pedido que legalizaria uma maior altura dos imóveis estava prevista para ocorrer na sessão ordinária da Câmara dos Vereadores, na última terça-feira, mas a leitura foi suspensa.
Colucci afirmou que o objetivo da proposta é legalizar a situação de imóveis já existentes, mas o vereador Sampaio Junior (PROS) considera o processo inconstitucional. “Este documento era um artifício para legalizar a obra do Teatro e Centro de Convenções”, declarou o parlamentar.
O projeto do teatro possui capacidade para alocar 500 pessoas, com salas para convenções e eventos. Já existe, inclusive, um encontro de medicina esportiva marcado para ocorrer no local em outubro de 2015, com a vinda de 500 profissionais da área, que já realizaram reservas para o período em hotéis do município.
De acordo com a legislação, qualquer alteração no Plano Diretor prevê a convocação de audiência pública para discutir o tema junto à população, antes que o Projeto seja encaminhado para votação da Câmara. Com a retirada do ofício, a Prefeitura deve encaminhar novo documento aos vereadores nos próximos dias.
Fonte: Jornal Imprensa Livre - www.impreensalivre.com.br
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
CONTINUAÇÃO: Projeto de Lei que Acrescenta Parágrafo Único ao Artigo 51 da Lei Orgânica Municipal
Dando continuidade à publicação sobre a obra do Centro de Convenções e Teatro Municipal: Projeto de Lei que Acrescenta Parágrafo Único ao Artigo 51 da Lei Orgânica Municipal.
Veja só, depois de muita discussão e notória manifestação contrária nas redes sociais, quanto ao Projeto 05/2015, o Senhor Prefeito achou por bem fazer o pedido de retirada da matéria.
Nem bem pode-se comemorar o bom senso, lá vem ELE com outro Projeto de Lei sobre o mesmo assunto que no nosso entendimento, ficou ainda pior, dadas suas considerações pouco apropriadas para um chefe do poder executivo, não mudando na essência seu ato.
Um novo absurdo!
NOVO PROJETO DE LEI
NOTA DO VEREADOR: Esta nova matéria que deverá ser apreciada em regime de urgência após o Carnaval, ainda não tem data para sua votação. Vale lembrar que os vereadores se reunirão na próxima sexta-feira pela manhã nas dependências da Câmara, para ouvir do prefeito suas considerações quanto a mudança e o por quê deste novo projeto.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Projeto que permite altura maior para prédios públicos em Ilhabela gera embate entre prefeito e vereador de oposição
Ilhabela
“Esta lei visa exclusivamente
regularizar situações existentes como o nosso futuro centro de convenções e
teatro municipal e ainda os ginásios de esportes”, afirma Toninho
Colucci. Vereador não concorda com a proposta. “Não sou contra obras
públicas na área de cultura ou lazer, mas eu sou legalista”, disse Sampaio
Júnior
Centro de Convenções e Teatro Municipal
de Ilhabela terá capacidade para 500 pessoas: projeto que regularizar altura do
prédio
Ilhabela- 07/02/2015 - Um projeto de lei enviado pelo prefeito
de Ilhabela, Toninho Colucci (PPS), no final da semana passada, à Câmara
Municipal, permite altura maior para prédios públicos da cidade. Em entrevista
ao Radar Litoral, Colucci ressaltou que a lei irá regularizar situações
existentes no município. “Esta lei visa exclusivamente regularizar situações
existentes como o nosso futuro centro de convenções e teatro municipal e ainda
os ginásios de esportes”, ressalta o prefeito. O Centro de Convenções e Teatro
Municipal deverá ter a capacidade para mais de 500 pessoas. A boca de cena do
auditório principal exigiu altura maior que o previsto no município, de maneira
que, segundo o prefeito, a lei visa a regularização. “É um prédio público,
extremamente importante para o desenvolvimento do turismo, que movimenta a
economia da cidade. Além disso, a lei vai regularizar situações como dos
ginásios municipais”.
Em seu blog na internet, o vereador de
oposição Onofre Sampaio Junior criticou o projeto enviado à Câmara. Por
telefone, o vereador disse que a administração, com a proposta, quer criar um
artifício para tentar regularizar a obra do Teatro. “A lei foi desrespeitada no
início do processo. O responsável por isso deve arcar com o ônus político e
financeiro. Não cabe à Câmara Municipal assumir este ônus”. Sampaio Júnior
afirmou que, caso a Câmara aprove o projeto, entrará com uma Adin (Ação Direta
de Inconstitucionalidade). Ele não acredita que os efeitos da lei possam
retroagir ao que já foi feito irregularmente. Ele disse que haverá alegações de
que a obra é importante e que já foi gasto dinheiro público. “Não sou contra
obras públicas na área de cultura ou lazer, mas eu sou legalista”.
O prefeito de Ilhabela rebateu o
posicionamento do vereador. “Mais uma vez está fazendo política para tentar se
promover. Quando iniciamos a obra do Centro de Convenções e Teatro, todos
sabiam da importância deste prédio para a cidade. Este tipo de prédio, assim
como ginásios esportivos, não tem como fazer menor”, enfatizou Toninho Colucci.
Ele afirma ainda que está discutindo o projeto de lei com os demais vereadores.
“Assim como fizemos uma série de melhorias para a cidade, desde a reurbanização
de avenidas, escolas, postos de saúde, complexos esportivos, vamos entregar nosso
futuro Centro de Convenções e Teatro, que será orgulho do povo ilhabelense”,
concluiu.
Comentário:
Claro que o Prefeito Colucci sabe que, se quisesse me promover
publicamente, eu o faria divulgando esta e outras tantas irregularidades que
desmerecem sua administração, apenas quando o calendário eleitoral convém, isto
é 2016. Esta é a prática de autopromoção de políticos inescrupulosos. Ao
contrário, venho divulgando todos esses fatos irregulares de seu governo
desde 2014. É importante salientar que a denúncia que aponta as precárias
condições construtivas da obra do Centro de Convenções e Teatro é de minha
iniciativa. Os documentos que demonstram estar havendo superfaturamento, só
foram conseguidos por mim, através de Ação Judicial Impetrada, que resultou
numa Liminar, obrigando seu fornecimento pelo Executivo. Esta obra do Teatro já
é motivo de investigação por uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara
Municipal e também de uma ação judicial, exatamente pelos indícios de má
qualidade construtiva, corrupção, e principalmente pelo não encaminhamento ao
Conselho do Plano Diretor Municipal e aprovação de “autorização” para executar
a obra. Este é o tramite e esta é a lei que foi desrespeitada. Não podemos
esquecer ainda, que outro descumprimento da legislação está no percentual de
utilização da área construída, assim como no recuo de seis metros em relação ao
passeio público e tantas outras irregularidades que são costumeiras nesta
administração em quase tudo que faz. Querer modificar a lei imaginando efeito
retroativo é desconsiderar a inteligência da população. Isto tudo sem falar
que, se aprovada tal lei, estaremos dando um enorme passo na regulamentação da
“verticalização” em nossa cidade: afinal esta matéria é de direito e se for
possível execução pela administração, também o será para qualquer cidadão que
busque seus direitos. A nós parece que o interesse público a que se refere o
Prefeito é o interesse do Administrador Público de regularizar as
irregularidades, numa iniciativa totalmente casuística. Se disserem que
paralisar a obra trará prejuízo ao erário municipal, que este ônus seja de
responsabilidade de quem desrespeitou a lei, ou seja, do Prefeito Colucci, uma
vez que o fato denunciado desde o ano passado, resultou em liminar para paralisar
a obra, teimosamente ignorada. O que mais falar sobre este caso? Afinal, será
que para se defender de todos os erros que já cometeu, o Prefeito Colucci vai
continuar usando seu saco de maldades para denegrir e desmerecer quem realmente
foi eleito para fiscalizar o executivo? Com você cidadão, a palavra!
VEREADOR SAMPAIO
Partido Republicano da Ordem Social
> Matéria publicada no Facebook do Radar Litoral: https://www.facebook.com/radarlitoral?fref=ts
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Projeto de Lei que Acrescenta Parágrafo Único ao Artigo 51 da Lei Orgânica Municipal.
Projeto de Lei de nº 05/2013
Para que a JUSTIÇA seja driblada e não configure desrespeito à legislação municipal, o prefeito encaminhou este Projeto de Lei, em regime de urgência, visando com isto alterar a Lei Orgânica em seu Art.51, propondo a verticalização dos prédios públicos municipais.
Só está fazendo isto, por que a obra do Centro de Convenções e Teatro Municipal está embargada pela justiça, em face de uma ação judicial reclamando da qualidade da construção e também, mas principalmente, pelo desrespeito à legislação municipal quanto ao contido no Plano Diretor, que estabelece o número de pavimentos permitidos.
Cabe aqui esclarecer que a própria Prefeitura contratou a empresa Falcão Bauer [Link do Laudo] para verificar a construção e a mesma foi avaliada com restrições extremamente importantes quanto a sua segurança.
Com a provável desculpa que esta obra é muito importante e necessária para nossa cidade, depois de não tê-la planejado e desrespeitado as leis, o senhor prefeito quer ver sua responsabilidade jogada nas costas da Câmara Municipal, um absurdo!
Ninguém pode ser contra o desenvolvimento de nossa cidade, mas isto tem que se dar com responsabilidade e planejamento e não propondo mudanças na lei, toda vez que algo for feito ao seu arrepio pela administração municipal.
Que a população se conscientize e participe mais da vida da cidade, se fazendo presente e não aceitando a alegação da administração, que agora o prejuízo será maior se o obra for interrompida.
Se prejuízos houveram, eles devem ser cobrados de quem os causou. Se ELE tomou atitudes e decisões erradas, que pague por eles e não comprometa a Câmara Municipal em mais este triste episódio desta administração municipal.
Sampaio
Sampaio
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